quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Museu do Automóvel (Fortaleza)

Inaugurado em 3 de julho de 1981, o Museu possui cerca de sessenta carros, um dos mais completos do gênero (Cadilac, Chevrolet, Dodge, Fiat, dentre outras marcas). O mais antigo é um Ford de 1917. Localiza-se na Av. Desembargador Manoel Sales de Andrade, 70, Água Fria. Funciona de terça à sábado no horário comercial e aos domingos das 9:00 às 13:00 horas. Tel.: (85) 273.3129 Graças à iniciativa dos oito primeiros, cujos nomes e fotos estão em destaque no Salão de exposição, que fundaram em 20 de Abril de 1973, o Clube de Calhambeque do Ceará, ma Pizzaria Miramar, à Avenida Aquidabã – Praia de Iracema. Em dezembro de 1976 houve a mudança de denominação. A partir daí, novos admiradores de carros antigos foram se associando. Não tinha sede, as reuniões e exposições eram nômades e aconteciam em vários pontos de Fortaleza, sendo as últimas na Praça do Hospital Militar, à Av. Desembargador Moreira. Por gentileza de um associado, que emprestou sua sala na Rua Pinho Pessoa, funcionou uma sede provisória, até a inauguração do Museu. Houve uma exposição de carros antigos em junho de 1979, no Náutico Atlético Cearense, em comemoração ao seu cinquentenário. Abriu a exposição o prefeito de Fortaleza, Dr. Lúcio Alcântara. Na ocasião ele recebeu uma comissão de associados do Veteran, que lhe solicitou a construção do Museu do Automóvel. Após a análise visando o turismo, o projeto se viabilizou contando com o apoio do governador Virgílio Távora. Recursos escassos, nova comissão foi instituída, para conseguir apoio financeiro para o projeto, junto a empresas cearenses. Doze empresários colaboraram para viabilizar o sonho. Há na entrada do museu uma placa de bronze homenageando estas empresa. Finalmente após muito esforços o sonho se concretiza, no dia 03 de Julho de 1981. É inaugurado o primeiro Museu de Automóveis do Brasil, construído especialmente para este fim. A solenidade contou com as presenças do Governador do Ceará, seu Vice, Prefeito de Fortaleza e outras autoridades especialmente convidadas. Recomendo este passeio para a família será muito legal! http://museudoautomovelce.com.br/site/ Onde Fica: Av. Desembargador Manoel Sales Andrade, N° 70 Bairro: Guararapes | Fortaleza / Ceará - Brasil

Teatro São José (Fortaleza)

Teatro São José é um teatro brasileiro, localizado na cidade de Fortaleza, no Ceará. Está localizado na Praça do Cristo Redentor, no Centro. Inaugurado em 1915, possui seu próprio grupo teatral, tendo por finalidade acolher grupos de teatro da cidade. Lá encontra-se o Museu do Maracatu. O Teatro São José é um bem histórico, tendo sido tombado pelo Município em 1988. Índice O Círculo de Operários e Trabalhadores Católicos São José foi fundado em 14 de fevereiro de 1914 pelo Padre alemão Guilherme Waessen como opção de Lazer, cultura e assistência social para os trabalhadores do Círculo de trabalhadores Cristão Autônomos de Fortaleza. Em 1915, o Teatro São José passou a funcionar em prédio próprio, ou seja na sua atual sede, seu fundador deu início a obra, construindo um grande galpão coberto de zinco, com a colaboração dos operários voluntários. Assim com palcos improvisados, para apresentação de peças teatrais, sessões de cinema, Drama aos domingos, jogos de dominó, sueca, gamão, eram atrações usadas, em busca de donativos, para a obra que estava sendo construída. O prédio tem pé direito duplo e capacidade para 530 pessoas. Foi publicado no Diário Oficial do Município, em 25 de março de 2010, o decreto nº 12.623, de 30 de dezembro de 2009, que trata da desapropriação do Teatro São José. A Prefeitura pretende implantar ali as instalações do futuro Teatro Municipal de Fortaleza. Conforme o decreto, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Infraestrutura (Seinf) e a Procuradoria Geral do Município (PGM) serão as responsáveis por executar a desapropriação do prédio. Como o imóvel é tombado, o projeto básico de revitalização do local, feito em 2006 e prevê, entre outras ações, o restauro do imóvel e espaço destinado especificamente para formação em artes cênicas. Fui a umas peças de humor e gostei muito!

Farol do Mucuripe (museu do jangadeiro)

Museu de Fortaleza - está localizado no Farol velho de Fortaleza foi construído entre os anos de 1840 a 1846, pelos escravos. No período de 1981 a 1982, recebeu sua mais significativa reforma a fim de abrigar o Museu do Jangadeiro, atual Museu do Farol, cujo acervo faz referência a Fortaleza Colônia, e o Ceará provincia do Brasil Império. Tombado pelo SPHAN, o farol hoje faz parte do Patrimônio Histórico, sendo um dos mais belos pontos turísticos da cidade de Fortaleza. Fica localisado Av.Vicente de Castro,S/N - Servi Luz, Fortaleza, Ceará, Brasil. Construção em alvenaria, madeira e ferro. Ele representa uma das mais antigas edificações de Fortaleza. Foi durante muito tempo referência para embarcações que aqui aportavam, porém, o velho olho do mar, como era conhecido, foi desativado em 1957. No período de 1981 a 1982, recebeu sua mais significativa reforma a fim de abrigar o Museu do Jangadeiro, atual Museu do Farol, cujo acervo faz referência a Fortaleza Colônia. Restaurado, hoje abriga peças e acervo sobre os principais momentos e acontecimentos que marcaram a capital cearense. São reproduções, desenhos, fotografias, documentos, ilustrações, trechos de romances e relatos de visitantes.

Praia de Iracema

Praia de Iracema é uma praia e um bairro localizado na cidade brasileira de Fortaleza , no estado de Ceará . Seu nome vem do personagem Iracema que dá nome a um famoso romance do cearense escritor José de Alencar . É um bairro nobre de Fortaleza, perto do centro da cidade e no qual se encontra o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Tem várias casas noturnas, hotéis e centros de lazer. O bairro surge, na década de 1920, como uma novidade no contexto fortalezense: um balneário que passa a congregar os grupos abonados da cidade, introduzindo uma inédita forma de lazer na cultura urbana local. Impunha-se, pois, construir uma nova imagem para o lugar, onde, até então, só existira“pinga, jogo de caipira e facada de pescador”, nas palavras de um velho morador do bairro. Assim, ao invés “ de Praia do Peixe, nome que exala intenso fartum de vísceras de garôpa expostas ao sol” ,como sugere uma crônica de 1925, o bairro ganha, naquele ano, uma sugestiva e sonora denominação,que contribui para promover a assepsia do local, inserindo-o nos padrões de uma nova e refinada sociabilidade. Transformada “ numa grande parada de elegância” , a praia passou, então, a ser de Iracema.A partir de meados dos anos de 1940, as obras do porto do Mucuripe provocaram alteração no movimento das correntes marinhas, que atingiram violentamente a Praia de Iracema. A destruição de parte do casario e a drástica redução da faixa de praia iriam provocar o abandono dos usos que lá severificavam: o balneário entrou em decadência e os pescadores, em sua maioria, partiram para outras praias, a exemplo do Poço da Draga e do Mucuripe.Depois, a Praia de Iracema passou a ser identificada como um lugar um tanto underground , escolhida,nas décadas de 1950 e 1960, pela “boêmia seresteira” e, nas duas décadas seguintes, pela “boêmiaintelectualizada”, que renovou a “vocação mítica” daquele espaço, transformado no “Território Livre de Iracema”. Um grupo proveniente da classe média, de formação universitária, contribuiu para que suas vivências no bairro passassem a lhe emprestar uma certa “identidade”, como ilustram os atributos que lhe eram, então, consignados: “cenário lítero-etílico-cultural da noite de Fortaleza”

domingo, 4 de novembro de 2012

Theatro José de Alencar

Referência artística e turística nacional, o Theatro José de Alencar desempenha importantes papéis na vida cultural cearense. Na qualidade de Teatro-Monumento oferece não só a mais seleta programação cênica do Estado, mas, também, a mais ativa e diversificada pauta de atividades sócio-culturais e artísticas do eixo central de Fortaleza. Com a dinâmica possibilitada pelo Centro de Artes Cênicas do Ceará (CENA) - unidade multifuncional anexa, o Theatro José de Alencar se afirma como espaço aglutinador de pesquisa, formação, produção e difusão artística, se transforma em palco de inclusão social e firma seu compromisso com o futuro.
Curioso exemplar da arquitetura eclética no Brasil, o Theatro José de Alencar, além da sala de espetáculo em estilo art noveau, dispõe de auditório de 120 lugares, foyeur, espaço cênico a céu aberto e o prédio anexo, com 2.600 metros quadrados, que sedia o Centro de Artes Cênicas (CENA), o Teatro Morro do Ouro, com capacidade para 90 pessoas, a Praça Mestre Pedro Boca Rica, com palco ao ar livre e capacidade para 600 pessoas, a Biblioteca Carlos Câmara, a Galeria Ramos Cotôco, quatro salas de estudos e ensaios, oficinas de cenotécnica, de figurino e de iluminação, abrigando ainda a Orquestra de Câmara Eleazar de Carvalho e o Curso Princípios Básicos de Teatro e Circo. O Theatro José de Alencar tem seis espaços cênicos: Edificação histórica a) no primeiro bloco, a sala do foyer com capacidade para 120 pessoas b) no segundo, a sala de espetáculos propriamente dita, apta a receber 800 pessoas Jardins de Burle Marx c) um palco a céu aberto, com capacidade para até 1,2 mil pessoas Centro de Artes Cênicas do Ceará Padaria Espiritual – Cena d) um teatro de bolso com 90 lugares, o Teatro Morro do Ouro e) uma sala de aula transformada em espaço cênico, com capacidade para até 120 pessoas, a Sala de Teatro Nadir Pápi Saboya f) um palco a céu aberto, com capacidade para até 350 pessoas, a Praça Mestre Pedro Boca Rica Além destes palcos propriamente ditos, vários modos de ser teatro se cruzam no dia-a-dia do TJA, concebendo para cada cena outros espaços cênicos como a calçada voltada para a Praça José de Alencar, o saguão e o pátio interno (entre o primeiro e o segundo blocos), o porão sob o chamado palco principal, o espaço expositivo da Galeria Ramos Cotôco, o palco da sala de espetáculos, a área dos jardins e as demais salas de ensaio: Sala de Canto Paulo Abel, Sala de Dança Hugo Bianchi e Sala de Música Jacques Klein, as oficinas de Iluminotécnica Álvaro Brasil, de Cenotécnica Helder Ramos e de Figurino Flávio Phebo. Para conhecer mais o TJA Visita Guiada ao Theatro O percurso tem início a cada uma hora Terça à sexta: 8h, 9h, 10h e 11h + 13h, 14h, 15h e 16h Sábados, domingos e feriados: 13h, 14h, 15h e 16h Inclui a edificação de 1910, os jardins de Burle Marx e o Centro de Artes Cênicas do Ceará – Cena, anexo ao prédio histórico. R$ 2,00 (estudante) e R$ 4,00 Visitação gratuita para grupos de escolas públicas, ongs e projetos sociais previamente agendados: 3101.2567 com Tito ou Ana Marlene.

Palácio de Luz

O Palácio da Luz a antiga sede do Governo de Estado foi construído no final do século XVIII, com o auxilio de mão-de-obra indígena, para servir de residência ao capitão-mor Antônio de Castro Viana. Posteriormente pertenceu a Câmara Municipal e por uma Provisão Régia de 27 de julho de 1814, foi adquirida pelo Governo Imperial. Ainda na primeira metade do século XIX, a edificação passou por uma série de transformações. Em 1931, Antonio Simões Ferreira e o pedreiro Braz Quintão de Souza apresentaram uma planta para o paredão do “Largo do Palácio”. No ano de 1839, foram realizados alguns acréscimos que levaram a edificação até a rua de baixo, atual Rua Sena Madureira. No governo do Presidente da província, Coronel Ignácio de Vasconcelos (1844/1847), foi construída uma muralha de “384 palmos de extensão” criando “um lugar que foi por muito tempo uma espécie de passeio público, pois que ele levantou pilares na referida muralha, guarneceu-a de assentos e gradaria de ferro e colocou no centro uma escadaria para dar passagem para a rua de baixo”. No inicio de segunda metade do século XIX, realizaram-se obras nas salas da frente do edifício, reconstruiu-se o terraço, os jardins e os aterros do quintal. Em 1892, os beirais de tornaram obsoletos sendo substituídos pela cimalha elevada. Na segunda metade do século XX parte da edificação foi destruída para a abertura da rua Guilherme rocha. Em 1975, no governo Cesar Cals, passou a abrigar a Casa de Cultura Raimundo Cela e, hoje, sedia a Academia Cearense de Letras. O antigo Palácio do Governo esta localizado entre as ruas Sena Madureira, do Rosário, Guilherme Rocha e a Praça General Tibúrcio. O edifício foi construído de acordo com a técnica tradicional de tijolo e madeira, utilizando-se material da região. Em virtude das inúmeras alterações sofridas ao longo do tempo, não é possível defini-lo dentro de um movimento arquitetônico específico. A edificação destaca-se por seu valor histórico e por ser parte integrante do conjunto urbano que compreende a Assembléia Provincial e a Praça General Tibúrcio.

Palacete Ceará

O Palacete Ceará é uma das obras mais representativas das primeiras décadas do nosso século (1920), período em que ocorre grande transformação na aparência arquitetônica da cidade. Foi autor do projeto o arquiteto João Sabóia Barbosa. A edificação era de propriedade do Sr. José Gentil Alves de Carvalho, tendo sido construída por Rodolpho F. da Silva e Filho. O Palacete Ceará constava originalmente de amplos salões corridos, contíguos à escada de acesso, nos quais funcionavam, no térreo, um restaurante, conhecido por Rôtisserie Sportman e nos andares superiores, o Clube Iracema, núcleo de encontro do mundo elegante da cidade de então. Com as transformações por que passou a cidade, principalmente depois do fim da última guerra, novas funções foram dadas ao prédio que acabou por ter uso degradado, sofrendo, em conseqüência, algumas intervenções nos interiores. Finalmente foi adquirido pela Caixa Econômica Federal em 1945, que adaptou às novas funções. Vitimado por incêndio aos 8 de julho de 1982, teve seu interior totalmente destruído, conservando, no entanto, as fachadas em bom estado, justificando dessa forma sua recuperação. Protegido pelo Tombo Estadual segundo a lei n° 9.109 de 30 de julho de 1968, através do decreto n° 16.237 de 30 de novembro de 1983.